1/11/2019

Sonho da noite do dia (06 para o dia 07 de setembro de 2018)

Horário de registro: 09h11.

Sonho confuso e truncado.
 
Tenho a impressão de que tive um sonho que acabou de ser tragado pelas forcas letianas. Contudo estou sendo forçado a entrar em outra visão.

Quase nada consigo distinguir do ambiente brumoso e que  me lembra um dia de final de semana e festivo. Estou subindo uma escada de um prédio quase escuro. Ouço um canto coral parecido com uma peça sacra que cantei num dos grupos do coral universitário da universidade onde cursei a pós.

Acabo de chegar e a regente esta finalizando a música. Noto que há uma uma grande audiência atenta sentada em cadeiras de plástico e a parte mais visível e a que está mais próxima do grupo musical.

Eu me dirijo ao grupo agradecendo pela segunda visita deles ou numa festa ou num evento meu. Tenho a impressão de que estou me referindo a do sonho anterior.


Uma das integrantes diz sorrindo que ela havia comentado (talvez com a atual regente aquele fato curioso). Ainda tenho a sensação que a primeira eu estava presente. Além daquela interlocutora haviam poucos veteranos ali.

Eu retomo a conversa e sou interrompido pelo meu irmão abaixo de mim. Ele está acompanhado do meu tio paterno, o Batista. E também pelo meu tio materno e lelé.
Aí os dois primeiros parece, que ficam quietos, porém o último tenciona cortar novamente a minha fala. Eu o empurro com força para longe. Mas, acabamos nos rolando no chão por algum tempo. 

Agora dizer quando ocorre uma conversa com uma antiga de grupo não sei dizer. Eu olho para o grupo reconheço que houve uma renovação significativa.

De súbito, o grupo entoa novamente a missa parafraseada com versos português. Acabo a execução da música e estou gritando: extraordinario! Coisa de Deus! Coisas assim!

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