12/23/2018

Sonho (da noite do dia 04 para o dia 05 de dezembro de 2018)

Horário de registro: 05h51.

Sonho confuso e truncado. Não sei qual é a ordem de exibição das visões. Nesta estou deitado numa cama num dos quartos da minha infância. Abro os olhos lentamente e identifico o rumor de vozes familiares, em especial a dos meus sobrinhos. Procuro estudar o ambiente e fixo a luz do dia vindo da porta que está aberta.

De repente estou no quintal com uma vassoura. O chão repleto de coisas que me fazem recordar das flores da paineira centenária do quintal da casa onde cresci.  

Sou abordado por uma mulher que, parece ser minha mãe, e me questiona algo do tipo: "o E (meu irmão abaixo de mim) vai ou voltará aqui depois de um compromisso dele?".

De súbita, outra figura quase que apagada de um senhor e que parece ser o meu pai atravessa o diálogo que estou travando com minha mãe. Ele comenta alguma coisa ininteligível.

Estou segurando um prato de comida contendo algo da cor de cenoura e outros pedaços que me parecem ser legumes. Venho da direção da sala em direção à cozinha.

De súbito meu pai me interpela algo que ele quer saber. Acho que digo que venho da sala. Então, ele me disse que esta me avisando par não fazer barulho, pois ele irá dormir.  

Retomo a minha marcha e vou em direção ao quintal segurando o prato e os talheres em busca de algum cadeira par  sentar e fazer a minha refeição. 

De súbito, vejo que fui transplantado para uma sala que parece ser um escritório qualquer. Na minha frente está prostrado um senhor moreno, magro. E ele me incumbe de entrevistar ou algo assim uma pessoa e sai de cena. 

Estudo mais a sala e noto que há várias pessoas adultas sentada num banquinhos. Elas parecem estar numa recepção. Eu miro uma moça gordinha , loira e de cabelos lisos e curtos. Ela  começa a falar sobre coisas erradas que ela havia feito no passado. 

Esta forma de entrevista aberta me incomoda cada vez mais. Não acho legar que esta figura fale abertamente sobre coisas intimas, sabe Deus para quem. 

Mas, a minha interlocutora mantém o ritmo de fala e vai respondendo sem hesitação aos meus pedidos de esclarecimento.  Um deles foi se ela havia sido capaz de identificar o que foi que havia acontecido? E se ele compreendia aquilo tudo, ou algo assim. 

De súbito vem, um momento de Lava Jato e a questiono sobre a propina que ele e parece que em conluio com mais alguém. A princípio um senhor sobre o valor que está escrito numa placa na esquina de uma rua com fontes garrafais do tipo aluga-se. 

Mais especificamente pelo valor absurdo anunciado nela que apesar de algumas tentativas não consigo compreender a sua grandeza.  Interrogo-a novamente  e o que ela responde também é absurdo e truncado.

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