Pouco depois fui informado
espiritualmente de que a minha tia paterna vizinha queria o meu auxilio no
sacrifício de um leitão. Aquilo provocou uma angústia.
De súbito, o animal passou próximo aos meus pés
em direção a casa dos meus pais. Quando olhei para investigá-lo, notei que
aquele animal era malhado. Logo em seguida, ele se juntou a outros comiam
espigas de milho ou legumes num cocho num canto qualquer.
Fiquei com a impressão de que
resmunguei para a minha mãe de que não estava a fim de auxiliar a minha tia
vizinha naquela tarefa. Bruscamente, meus olhos cinegrafistas/teleóticos rumaram
em direção à casa da minha tia vizinha paterna. Lá ela nos repreendeu. Segundo,
ela eu iria auxiliá-la de qualquer maneira naquele sacrifício. Eu me senti que,
de alguma forma, fui obrigado a fazer o que ela quisesse.
De súbito, minha tia
paterna vizinha arrastou algo absurdo pelo quintal dela. Quando olhei fixamente
para aquilo, noite que ele mudou de forma inúmeras vezes. Num determinado
momento, me pareceu uma mesa móvel com aparelhos cirúrgicos. E seu formado a de
uma lata de sardinha grande sobre um conjunto de rodinhas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário