7/17/2019

Sonho (da noite do dia 23 para o dia 24/01/19)

Horário de registro: 4 h 49. 

Sonho confuso e truncado.

Embarco num ônibus de uma cidade onírica que aparentemente é São Paulo. Também estou entabulando uma conversa com um amigo onírico sobre a tranquilidade e rapidez que estava o trânsito. Anda, estou estudando a paisagem pela janela dos veículo.  

Estamos num cruzamento importante que em dias normais demoraria para chegar lá. Dá para ver que é dia, aparentemente num desses nublados sem o sol forte. Acabo de desembarcar e aqui esperarei a vinda da outra linha que me deixará no meu ponto final.
Estou adiantado e, por isso, não me estresso com a demora do meu ônibus. Aos poucos outras linhas aparecem, porém nenhuma delas me serve. Inclusive eles até viram para outras ruas ou fazem o retorno  ou vem do sentido contrário. só que nenhuma delas segue em frente.
De repente um senhor aparece faltando 02 minutos para terminar o meu horário. Este fato me tira do estado de estupor e alguma voz incorpórea me ordena seguir a pé. Aliás, não tenho se esta voz também me orientou a fazer mais outra coisa.

Sinto que está aumentando a minha preocupação com o tempo e começo a andar. Agora vejo que o caminho entrei me trouxe a uma favela. Estou diante  do muro de arrimo todo gramado.
Ali de uma lado qualquer avisto um campo de futebol que fica do lado de uma espécie de arquibancada improvisada numa parte do muro.  Inclusive inúmeras mulheres negras estão acompanhando a partida.
Decido escalar aquele muro com a cabeça preocupada com o tempo. Agora que cheguei ao topo vejo que há uma cerca aparentemente, de arame farpado. Eu salto ela pondo um dos meus pés e uma das mãos em cima do último fio.

Estou caindo para o interior de uma casa. Na cama vejo um senhor e que me algo ininteligível. Eu saio daqui e vou em direção do quintal e acabo saindo para a rua. Mantenho a marcha até chegar a uma rua erma e estou preocupado, pois já são 11 h e nem comecei a trabalhar.

4/11/2019

Sonho (da noite do dia 14 para o dia 15/01/19)

Horário de registro: 5h08.

Sonho confuso e truncado.

Estou em alguma festa e comendo alguma guloseima. Já repeti alguma vez e me encontro cortando a fila. Reparo neste ponto da fila que há uma moça negra que para ser a sobrinha da Vera uma conhecida que mora em um bairro vizinho da realidade.

Procuro pelos cantos e encontro uma colher na pia da cozinha do lado da geladeira. Imediatamente coloca-a na vasilha onde está a guloseima aparentando ser uma gelatina.

Eu estou me servindo aos poucos no prato, porém a moça implica comigo dizendo que que é para eu maneirar, pois há uma tia dela que ainda não havia comido. Então, indago bem baixo que aquilo não é verdade, pois a única tia dela que conheço a Vera já havia se servido. 

Não ouço resposta alguma e começo a falar alto algo do tipo: "mendiga"! A minha interlocutora se desespera e vem em cima. Então rio sarcasticamente e me afastando da geladeira digo algo do tipo: "mexeu comigo, pois costumo agir assim.

De súbito, sou transplantado para outro lugar e parece que estou a procura de informações sobre a tia da fulana da fila,  a Vera.
Topei com uma moça e começo a questioná-la quem era a tal pessoa que já não sei bem se na verdade estou a procura de informação de um homem.
Sinto uma atmosfera acadêmica, como se tivessem quadros pregados de ex-orientandos da professora. Ela fala algo ininteligível.

Agora escrevendo este relato me vem à mente que a medida que eu chamava a sobrinha onírica de Vera, ela foi ficando cada vez menor a ponto de virar algo minúsculo e comecei a pisar sobre isso. Ainda dizendo todo feliz que era daquela forma que eu agia com gente como ela.

3/07/2019

Sonho (da noite do dia 02 para o dia 03/01/19)

Horário de registro: 07h33.

Sonho confuso e truncado.

Estou visitando uma biblioteca onírica, pois conscientemente sei que no passado ela não existiu, porém aqui ela pertence a um dos grupos industriais onde meu pai havia trabalhado.  Agora parece que ela é gerenciada por alguma entidade similar ao Sistema S. 

Interpelo uma mulher no atendimento sobre como posso voltar a ser usuário ali com direito a empréstimo de livros. A minha interlocutora diz algo sobre os requisitos exigidos. Então, acrescento que já estive ali algumas vezes quando criança. Ainda que meu pai havia trabalhado da antiga empresa que funcionou ali. Estou com a impressão de que o meu pedido ficará condicionado a comprovação de algum registro deste vínculo do meu pai. Saio dali .

Aqui fora  estudo o entorno e reparo em algumas transformações na área fabril. De repente vejo que estou portando um documento com informações trabalhista do meu pai e faço uma rápida leitura.

O que me espanta e ver que no final consta o meu nome  e dos meus irmãos. Sinto que a prova documental da passagem pelo meu pai em uma das empresas do grupo está completa. 

Estou dando meia volta feliz e converso com as duas funcionárias da biblioteca. De súbito, uma delas que está de pé me apresenta um livro de bolso. E vou folheando enquanto a minha interlocutora fala que o lia para consultar a biografia de uma das pessoas responsáveis pela consolidação do antigo empresarial. O sobrenome dela é a única parte do nome que reconheço, pois é o mesmo do grupo empresarial que meu pai trabalhou.

De súbito, eu me recordo que em outro momento também foi comentado o nome de outro herdeiro importante deste grupo empresarial. Começo a ver a história de amor da personagem ininteligível sendo projetada na minha mente.

1/11/2019

Sonho da noite do dia (06 para o dia 07 de setembro de 2018)

Horário de registro: 09h11.

Sonho confuso e truncado.
 
Tenho a impressão de que tive um sonho que acabou de ser tragado pelas forcas letianas. Contudo estou sendo forçado a entrar em outra visão.

Quase nada consigo distinguir do ambiente brumoso e que  me lembra um dia de final de semana e festivo. Estou subindo uma escada de um prédio quase escuro. Ouço um canto coral parecido com uma peça sacra que cantei num dos grupos do coral universitário da universidade onde cursei a pós.

Acabo de chegar e a regente esta finalizando a música. Noto que há uma uma grande audiência atenta sentada em cadeiras de plástico e a parte mais visível e a que está mais próxima do grupo musical.

Eu me dirijo ao grupo agradecendo pela segunda visita deles ou numa festa ou num evento meu. Tenho a impressão de que estou me referindo a do sonho anterior.


Uma das integrantes diz sorrindo que ela havia comentado (talvez com a atual regente aquele fato curioso). Ainda tenho a sensação que a primeira eu estava presente. Além daquela interlocutora haviam poucos veteranos ali.

Eu retomo a conversa e sou interrompido pelo meu irmão abaixo de mim. Ele está acompanhado do meu tio paterno, o Batista. E também pelo meu tio materno e lelé.
Aí os dois primeiros parece, que ficam quietos, porém o último tenciona cortar novamente a minha fala. Eu o empurro com força para longe. Mas, acabamos nos rolando no chão por algum tempo. 

Agora dizer quando ocorre uma conversa com uma antiga de grupo não sei dizer. Eu olho para o grupo reconheço que houve uma renovação significativa.

De súbito, o grupo entoa novamente a missa parafraseada com versos português. Acabo a execução da música e estou gritando: extraordinario! Coisa de Deus! Coisas assim!

12/23/2018

Sonho (da noite do dia 04 para o dia 05 de dezembro de 2018)

Horário de registro: 05h51.

Sonho confuso e truncado. Não sei qual é a ordem de exibição das visões. Nesta estou deitado numa cama num dos quartos da minha infância. Abro os olhos lentamente e identifico o rumor de vozes familiares, em especial a dos meus sobrinhos. Procuro estudar o ambiente e fixo a luz do dia vindo da porta que está aberta.

De repente estou no quintal com uma vassoura. O chão repleto de coisas que me fazem recordar das flores da paineira centenária do quintal da casa onde cresci.  

Sou abordado por uma mulher que, parece ser minha mãe, e me questiona algo do tipo: "o E (meu irmão abaixo de mim) vai ou voltará aqui depois de um compromisso dele?".

De súbita, outra figura quase que apagada de um senhor e que parece ser o meu pai atravessa o diálogo que estou travando com minha mãe. Ele comenta alguma coisa ininteligível.

Estou segurando um prato de comida contendo algo da cor de cenoura e outros pedaços que me parecem ser legumes. Venho da direção da sala em direção à cozinha.

De súbito meu pai me interpela algo que ele quer saber. Acho que digo que venho da sala. Então, ele me disse que esta me avisando par não fazer barulho, pois ele irá dormir.  

Retomo a minha marcha e vou em direção ao quintal segurando o prato e os talheres em busca de algum cadeira par  sentar e fazer a minha refeição. 

De súbito, vejo que fui transplantado para uma sala que parece ser um escritório qualquer. Na minha frente está prostrado um senhor moreno, magro. E ele me incumbe de entrevistar ou algo assim uma pessoa e sai de cena. 

Estudo mais a sala e noto que há várias pessoas adultas sentada num banquinhos. Elas parecem estar numa recepção. Eu miro uma moça gordinha , loira e de cabelos lisos e curtos. Ela  começa a falar sobre coisas erradas que ela havia feito no passado. 

Esta forma de entrevista aberta me incomoda cada vez mais. Não acho legar que esta figura fale abertamente sobre coisas intimas, sabe Deus para quem. 

Mas, a minha interlocutora mantém o ritmo de fala e vai respondendo sem hesitação aos meus pedidos de esclarecimento.  Um deles foi se ela havia sido capaz de identificar o que foi que havia acontecido? E se ele compreendia aquilo tudo, ou algo assim. 

De súbito vem, um momento de Lava Jato e a questiono sobre a propina que ele e parece que em conluio com mais alguém. A princípio um senhor sobre o valor que está escrito numa placa na esquina de uma rua com fontes garrafais do tipo aluga-se. 

Mais especificamente pelo valor absurdo anunciado nela que apesar de algumas tentativas não consigo compreender a sua grandeza.  Interrogo-a novamente  e o que ela responde também é absurdo e truncado.

10/11/2018

Sonho (da noite do dia 11 para o dia 12 de agosto de 2018)

Horário de registro: 23h53.


Sonho confuso e truncado.

Estou deitado numa cama debaixo de cobertores e recebendo cutucões. Contudo, não tenho força para abrir os olhos e ver quem está me importunando.

Estico a minha mão direita também para beliscá-la, porém me faltam forças. Desconfio que o importunador pode ser o meu irmão caçula.

Consegui com muito custo dar dois beliscões fortes nele por isso, ele parou. Tenho a sensação de que o meu importunador se afastou e ouço ele chamar energicamente um tal de Guilherme.

O meu medo é de que ele retorne acompanhado do outro munidos com pedaços de pau para me baterem na cama.

Novamente sinto que eu não tenho forças para reagir. Ainda, sinto que o responsável por aquela importunação é o meu irmão caçula.

8/17/2018

Sonho (da noite do dia 05 para o dia 06 de agosto de 2018)

Horário de registro: 06h09.

Sonho confuso e truncado. Estou em algum lugar desconhecido, vejo um dia claro. Aos poucos consigo reconhecer que aqui é um fundo de vale. Ao longe vejo parte da cadeia montanhosa e a vegetação do entorno não é tão exuberante. Desvio a  minha marcha para o meu lado esquerdo. E me deparo com a calha de rio um largo e abaixo de mim. 

Uma voz incorpórea explica que ali é uma das cachoeiras do rio principal da cidade onde cresci. Mais exatamente a mais famosa. Sinto um pouco de medo e recuo. Só que volto decido retorna ao ponto onde eu mirava o caudal. 


Caminho para frente lentamente e desloco o meu pescoço para baixo e vejo que ali onde estou é uma espécie de garganta à lá filme Senhor dos Anéis. E me recordo de que posso bater fotos deste lugar bonito e postá-las nas minhas redes sociais e no meu blog.

Ainda estou estudando o local e noto que estou numa espécie de paredão que embaixo há um vão por onde escorrem ás águas do rio.
Ainda vejo que há uma passagem ou um grande tubo por onde acaba de sair um enorme peixe quase do tamanho de um golfinho, mas com aparência dele mais parecido com um bagre. Acho que estranho este peixe nadar nessas águas cinzas. 

Na margem direita lá embaixo há um grupo de crianças sentadas e acompanhadas por uma professora. Fica a impressão de que o grupo canta uma canção aos peixes que soa um trecho da canção popular: "quem me ensinou a nadar, quem me ensinou a nadar/ Foi, foi, foi marinheiro foi os peixinhos do mar.". Eu acho interessante ir me juntar à elas.
Outros peixes grandes parecidos com as cores de cobra coral também nadam próximo as margens e fazem acrobacias.
Novamente recebo outro aviso incorpóreo de que estou me esquecendo de bater as fotos. Olhando novamente para o grupo vejo um senhor do lado do grupo estudantil e da professora. Ele está observando o movimento dos peixes. 

Aquele figura salta na água e começa persegui-los com uma gama incrível apesar da idade. Ele entrou com roupa e tudo, nem mesmo o chapéu de palha parece não atrapalhar seus movimentos.

Este estranho é uma figura morena, meia idade, barba grisalha rala e magro. O que me impressiona também é sua capacidade de fôlego, pois até agora ele não subiu a superfície para respirar.
Sinto que fui  transplantado para uma movimentada avenida similar a da Paulista. Estou marchando tranquilamente. Parece que vejo novamente o pescador. Ele agora está sem chapéu e ajeita uma porta traseira de um carro grande do modelo similar ao Variant. A cor do veículo é escura tal qual a casca de uma jabuticaba madura.

A claridade do dia me permite ver o entorno cheio de prédios comerciais de diferentes segmentos. Em segredo estou interpretando que aquele senhor parece se comportar tal qual um ladrão de carros na verdade. Enquanto, passo por ele, mas decido dar meia volta. 

Neste outro trecho onírico que não sei bem se ele foi exibido primeiro, encontro-me no interior da casa dos meus pais da época da minha juventude. eu começo a lavar o chão da cozinha com uma vassoura. 
De repente, aparece a minha cunhada, a Mayara que começa a me ajudar na limpeza. Aí vejo que ela não havia limpado a copa e sim esfregando novamente o piso onde eu já havia limpado.  

Eu dou uma olhada numa copa e deparo com muito papel, sacolinhas plásticas e outros objetos no chão. Quando olho em direção a pia da cozinha e do fogão, avisto a minha mãe e a minha outra cunhada a Edmara.

7/20/2018

Sonho (da noite do dia 28 para o dia 29 de maio de 2018)

Horário de registro: 06h02.

Sonho confuso e truncado. Estou percorrendo o interior do saguão muito parecido a de um aeroporto. Aqui existe vários corredores. Aqui está bem agitado de passageiros.


De súbito, topo com um casal formado senhor branco da minha idade e por uma moça. Esta última aparenta ser vendedora e está vendendo um plano para ele. Eu paro e observo a dupla. 

Estou dando alguns pitacos na conversa, pois os argumentos que estou ouvindo da moça me parecem convincentes. Digo explicando ao meu chefe ou ex que a vendedora está lhe vendendo um bom plano que ele poderá ser vantajoso para ele. Aliás, o meu interlocutor poderá acioná-lo tanto no exterior.

O senhor reage com surpresa, incredulidade, e desconfiança. Até parece ter ficado interessado no negócio. Tanto que a sua expressão tanto física quanto corporal muda. Parece que, de repente, tem aquela sensação que caiu a ficha.

O senhor pronuncia uma frase parecida com esta: "bem olhando agora pela sua ótica, isso parece ser um negócio vantajoso tanto para mim quanto para a minha família". Retomo a minha argumentação, porém, estou sendo alertado, em segredo, da compra de um chip de telefone celular. 

Eu me afasto dos meus interlocutores. Parece que retomo a minha marcha e enveredo novamente por  túneis. Olhando o entorno enxergo um dia cinza. Também identifico do lado de fora do terminal aéreo algumas plataformas de ônibus e topo com uma banca.

Em segredo estou novamente sendo avisado da compra do chip. Ainda, de que ele é encontrado mais facilmente numa banca de jornal." Fica com a impressão de que não estou encontrando mais aquela banca que eu havia visto no início.

Retomo a minha marcha e avanço mais um pouco na área. De súbito, me deparo uma espécie de lanchonete fast food. Noto que os atendentes são jovens uniformizados como os do MC Donald's. 

Eu não sei bem ao certo se ao me deparar com os pães estou me decidindo a pedir um para uma jovem. Ela é magra e afrodescendente com cabelo carapinha era colocar no pão que ela corta.
 

Estou entabulando uma conversa com um dos meus primos materno, o Edmilson. Aqui é o quintal da casa dos meus pais. Olho para longe na direção do final da avenida e em segredo fico com a impressão de que o aeroporto é para lá. Ainda de que meu vôo sairá mais tarde.
 

Eu fui transplantado para o banco de passageiros de um fusca sem capô e detonado. O motorista é o Edmilson. E fico desconcertado com o fato de que também que não estou usando o cinto. Procuro este objeto e só encontro a parte mais longa da fivela. Noto que o banco esta solto.

Até que enfim consigo colocar o cinto. Edmilson e eu estamos travando uma conversa sobre o desejo da sua esposa, a Lu de frequentar uma faculdade, porém tem alguma questão mal esclarecida relacionada a esta decisão. Eu respondi algo que não me lembro mais.

Em segredo estou recordando que meu primo têm 03 filhos homens. Agora não se esta parte da visão acontece nesta sequência mesmo, o local e novamente o sítio onde cresci. Mais exatamente no interior da cozinha interna. 

Na verdade agora parte da visão acontece nesta sequência  mesma. O local parece ser novamente o sítio onde cresci. Mais exatamente no interior da cozinha interna. E a  minha mente ainda conserva o restante da conversa que travei com o meu primo materno.

De acordo com este conteúdo, Edmilson ou estuda numa universidade ou algum curso que ele faz ou fez sobre um assunto específico. Eu então, lhe questiono quem foi o teórico que eles estudaram? Edmilson revela que a professora havia utilizado a teoria da historiadora australiana Sheila Fitzpatrick.  

Acho um pouco estranho a coincidência, pois eu também conheci esta autora australiana este ano e havia lido uma obra dela sobre a Revolução Russa. Ainda, esta sendo uma surpresa saber que Sheila também é especialista na área que meu primo materno está estudando.

Parece que estou meditando para entender onde está a conexão e chego a conclusão de que aquilo é academicamente possível

De repente avisto um fogão a gás e nele está um panelão de alumínio que cobre várias bocas e todas acesa. Fica a impressão de que aquilo está cozinhando ou parece ser feijão preto ou canjica que minha mãe havia deixado lá e havia ido ao aeroporto comigo. Eu interrompo o diálogo que travo Edmilson. Estou indo em direção ao panelão.

Fico com a impressão de que outro personagem do nosso lado, um senhor de meia idade branco se mantém mudo e de pé no meio da cozinha. Também vejo que o que esta cozinhando é algo meio cinzento. Ainda, aquele cozido está quase grudando e se eu demorasse mais um pouco ele queimava. Mexo aquilo com uma escumadeira de alumínio grande. 

A minha atenção agora se volta para outra parte do fogão se minha mãe havia deixado uma ou panela com  água fervendo para acrescentada no  cozido até dar o ponto. Como se tivesse dando um zoom na região da boca do fogão vejo essa panela e procuro me certificar se aquilo é realmente água.

Após a minha observação e jogo alguns porções de água fervendo no interior do panelão e volto a mexer naquele material onírico. Acho que meu primo me parabeniza por ter visto aquilo.  

Agora encontro-me prostrado diante de  uma porta que dá acesso a uma parte externa da casa. De supetão, retomo  a conversa com meu primo materno. Estou  cobrando que lhe faço é sobre o sumiço da minha prima e irmã dele. Reclamo do sumiço dela nas reuniões familiares. Só que o despertador dispara o alarme.

6/15/2018

Sonho (da noite do dia 18 para o dia 19 de maio de 2018)

Horário: 05h59.

Sonho Confuso e truncado.

Estou ligando para o instituto de pesquisa onde trabalho mais de um local estranho. Seguro o fone de um telefone fixo e estou de pé. Não sei com quem falo, porém o assunto está relacionado ao meu próximo pagamento.

Só que sou informado de que agredi verbalmente alguns entrevistados meus. Estou preocupado como o que poderá acontecer comigo agora. Respondo que estranho isso, pois não me recordo de ter falado de maneira ofensiva com alguém durante os últimos trabalhos. Mas, o interlocutor insiste em afirmar, categoricamente, que reincidi e que está tudo gravado.

Neste momento estou entabulando uma conversa frente a frente com um dos analistas do instituto. Ele se apresenta de forma educada e respeitosa. O meu interlocutor faz uma apresentação profissional. Ele é um engenheiro, porém a especialidade já foi apagada da minha memória e as forças letianas não me deixam resgatá-la.

Bem, ele prossegue apresentando o restante da sua experiência. O meu interlocutor também comenta que ele poderia estar atuando em alguma área que também foi apagada pelas tais forças letianas, porém ele atua na área de pesquisa.

Eu também faço uma minibiografia profissional minha e evito fazer um detalhamento.
 
O analista está numa ligação telefônica. Agora que ele retoma o assunto me diz, enfaticamente, que uma gravação mostra eu dirigi palavras obscenas ao entrevistado. Em segredo sou informado de que mesmo depois de mesmo após ter enviado a pesquisa, o "tablet" continuou a gravar sem eu saber. O conteúdo que ouço digo algumas palavras ofensivas não contra o entrevistado e sim, justamente, contra o meu interlocutor.

As minhas justificativas parecem não convencer o meu interlocutor irredutível sobre a minha inocência. Ele insiste em dizer que tem provas gravadas do meu erro. Eu alego novamente inocência, porém o analista responde convicto de que aquelas provas são verdadeiras.
 
Então, peço a ele que me mostre mais transcrições ou as gravações das entrevistas que eu havia feito para provar a minha inocência. Mas, ouço a recusa do analista, pois isso significaria quebra de sigilo. Eu discordo, pois sou funcionário da empresa.

Decido me levantar para ir embora e o meu interlocutor continua sentado. Em segredo começo a desconfiar de que a gravação ou é falsa ou foi trocada, pois tenho certeza de que as minhas não eram.

Estou marchando por algum tempo qualquer no escritório onírico absurdo. De súbito, topo com um colega de pesquisa que começa a puxar papo sobre algum problema que me parece também estar relacionado às tais gravações. Ainda, tal problema vem dar margens para as minhas suspeitas de que as tais gravações não são minhas e sim, de outra pessoa.

O que pode estar acontecendo é que houve uma troca nos nomes dos arquivos. Suspeito de que novamente as forças letianas apagaram parte da visão e o pouco que me recordo é que houve a participação de outras figuras.

Estou descendo os patamares de uma escada interna do prédio. Eu me observo na outra extremidade em frente do meu alter-ego caminhante. Vejo também que no saguão possui algumas galerias de lojas. Aparento estar meditabundo e aborrecido.

De súbito sou interceptado por uma moça loira esfuziante, maquiagem bem carregada do tipo periguete pede para eu parar. Parece que ela é um tipo de segurança do local e me pede informações e me olha com desconfiança das cabeças aos pés.

O seu rosto fica ainda mais fechado e desconfiado ao perceber de que estou vestindo meias. Mesmo eu dizendo que morava ali, o que me parece. Só que ela não parece estar muito convicta disso e tenho a sensação de que ela me pede pra aguardar alguns instantes.  
A figura foi em direção a uma espécie de salão que me parece ser de beleza por causa da decoração bem extravagante. Eu a acompanho pelo olhar da moça e sua expressão facial ainda é de descrença.

Vem uma fúria e estou partindo para cima dela e pareço estar bufando bastante e humilhado. Então, me olho da cabeça aos pés e me dou conta que estou de meias nos pés. Então, é que vou atrás dela bufando e dando explicações. Ainda estou chamando-a de vagabunda e muitos outros palavrões. Por fim estou recuando.

12/02/2017

Sonho ( dia noite do 13 para o dia 14 de outubro de 2017)

Horário de registro: 05h35. Sonho confuso e truncado. Estou na casa dos meus pais e acabo de ser rendido por um desconhecido. Assustado levanto e me dirijo a um dos quartos da casa.

Meu pai encontra-se deitado numa cama e está coberto até o pescoço com uma colcha grossa. Ele me vê e acho que acabo de falar algo curto e tendo o cuidado para não sinalizar aos assaltantes que estou repassando a ele uma mensagem cifrada.

Mas, meu pai não entende o que eu gesticulo de forma aflita e atabalhoada e debaixo dos cobertores fica emitindo guturalmente: hã, hã, hã esticando o pescoço com uma cara de perdido.

Adoto outra estratégia e aponto para a baixo em direção a um túnel debaixo de uma parede interna da sala e da antiga copa. Mesmo eu estando de pé quase não vejo o buraco que fica meio acobertado pelo sofá da sala, dirá meu pai que está deitado. 

Meu pai não move uma palha da cama e indica estar querendo mais explicações. Pelo jeito não há meio dele entender que estou pedindo ele pedir socorro. Não sei eu falo algo sobre os assaltantes e ele não compreende.

De súbito, somos dominados por um grupo misto portando armamento pesado, tipo sub e metralhadoras. Tem pelo menos 2 homens mais velhos que parecem ser os líderes do grupo. 

Do meu lado tem uma moça morena aparentando estar na faixa dos 20 anos. Ela tem cabelo escuro liso, magra. Ainda o restante não consigo identificar, tampouco o que acontece ao redor.

Eles nos rendem. Eu estou próximo de uma moça loira. Fica a impressão de que enquanto ela está com um rifle apontado para mim os líderes cuidam do meu pai.

Vejo um computador pessoal que está sendo analisado por uma mulher cinquentona. O aparelho esta sob uma mesinha de centro. A examinadora, abre e fecha o computador. A cor dele é creme e parece antigo.

A fulana anuncia que não poderão levá-lo, pois nele estão coisas minhas. E que seria um absurdo deixar essas informações desprotegidas.

Eu pego um copo e de alguma forma acerto a cabeça da moça morena. Parece que procurei de alguma maneira me desvencilhar dela. Acho que até está escorregando um filete de sangue direto da ferida.

Vejo que estou na frente da casa e ali na calçada está estacionado um carro deles, ele é grande e de cor escura. Os dois líderes conversam sobre o andamento dos planos deles. E o clima não está tranquilo sobre a decisão tomada antes. O meu pai some com os assaltantes também.

Estou diante da minha mãe que acaba de retornar de algum compromisso qualquer dentro da casa e preocupado. Parece que estamos próximo ao fogão à lenha. 

E pego um aparelho de celular cujo modelo é o anterior ao que eu tenho. Este ainda está funcionando de forma precária. Examino-o e vejo que a tela desliga sozinha. E retorno para perto da minha mãe. Então, pergunto a ele o que fazer? 

Não tenho certeza se ela responde algo. Eu lhe digo que seria melhor ligar para o meu irmão abaixo de mim que é advogado. Peço para a minha mãe ditar o número, pois não lembro o número de cor. Ela soletra os números pausadamente, porém não compreendo direito o que ela diz. Além disso, o celular liga e desliga e apaga os números discados.

Peço para minha mãe novamente repetir os números. Da mesma forma pausada minha mãe repete. Estou irritado com essa insanidade e questiono uma criança se os assaltantes levaram o celular dela? Acho que também falo para a minha mãe que ligar para os meus tios paternos seria uma perda de tempo. Acho que falo o nome de um deles, o José Paulo.

Parece que ao constatar que o garoto ou não tem celular ou aparelho também foi levado, procuro uma caneta e um rascunho para anotar o numero da minha mãe.

Estou longe da minha mãe e desconfiado com a ousadia dos assaltantes. Olho para um dos buracos feitos agachado. Vejo um dos grandes túneis cavados no chão pelos assaltantes. Fico impressionado com a arquitetura dele, não é algo meia boca. A estrutura parece ser de concreto. De repente ouço a minha minha mãe me chamar.

Em outra visão que nem sei se ela começou antes ou depois ou no meio de outras duas. Estou entabulando uma conversa no meio de uma rua qualquer com uma mulher aparentemente conhecida. Ela parece muito com uma amiga e faxineira da minha mãe na realidade.

Em segredo tenho uma informação ou uma fofoca que quero checar a veracidade de que ela está ressentida com meus pais. Mas, ela não afastou totalmente deles, porém os tem tratado com muita frieza. 

Eu pergunto a queima roupa para a minha interlocutora se era verdade aquele boato. Esta figura quase invisível para mim, sua aparência e pouco definida. A minha interlocutora afirma o boato e esclarece qual foi o episódio que aconteceu. Continuo o que ela fala é ininteligível. Além disso, novamente as forças letianas começam a surgir.

Em outras visão encontro-me numa estação de trem ou Metrô da capital de São Paulo que não se parece com nenhuma que conheço na realidade. É de dia e o ambiente está bem iluminado, pois a estação não é subterrânea. Tem bastante gente nas plataformas.

De súbito, me vejo no interior de um dos vagões acompanhado do meu pai. Aí vejo tudo pelo lado de fora. A linha ali ainda é na superfície. Algum narrador comenta sobre a inauguração de uma nova estação pelo atual governador por uma das construtoras contratadas por uma das linhas licitadas. 

Com a entrega deste novo trecho, agora é possível fazer uma conexão com outra estação de outra linha mais antiga. Sem sair da composição, encurtando a distância do meu trajeto. E meu trem já operando nesta nova estação.

Fica a impressão que algumas das visões eram mais longas ou que as forças letianas devoraram algumas delas.